sexta-feira, 6 de março de 2015

Defesa Civil de Petrópolis Participa de Novo Treinamento da Jica


Defesa Civil participa de novo treinamento da Jica
Técnicos da Secretaria de Proteção e Defesa Civil estão em Nova Friburgo atuando como monitores em treinamento que a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) está fazendo com técnicos de órgãos federais e estaduais. 
São cerca de 40 geólogos, engenheiros e arquitetos aprendendo, na teoria e na prática, a metodologia japonesa de mapeamento de áreas de risco, para que essa metodologia possa ser implantada no Brasil. 
Além da Defesa Civil de Petrópolis e da Jica, participam técnicos do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), do Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT), da Prefeitura de Nova Friburgo e do Serviço Geológico do Estado do Rio (DRM-RJ).
Como o diretor técnico da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, engenheiro Ricardo Branco, e o geólogo Yuri Garin, também da Defesa Civil, já aprenderam a metodologia quando estiveram no Japão em 2014 e em curso realizado em Friburgo em fevereiro, eles puderam ajudar a Jica na capacitação de outros técnicos brasileiros, atuando como monitores nas aulas. 
O treinamento faz parte da parceria de quatro anos, iniciada no fim de 2013, entre o governo brasileiro e o Japão para a prevenção de desastres das chuvas em Petrópolis, Nova Friburgo e Blumenau (SC).
Essa metodologia consiste em uma fórmula matemática que, a partir das características do solo e das construções da região, calcula a quantidade de terra que pode se deslocar por causa das chuvas e o alcance desse deslizamento. 
No Japão, os técnicos da Defesa Civil viram que, nas áreas apontadas como sendo de alto risco, é permitida a existência de casas, desde que os proprietários realizem intervenções estruturais para proteger as moradias de deslizamentos.
“Essa parceria com a Jica, iniciada em 2013, vem avançando muito, e já é possível ver que trará muitos ganhos para Petrópolis em relação à prevenção de desastres das chuvas
Ao fim da parceria, de quatro anos de duração, a Jica apresentará manuais com orientações sobre mapeamento de risco, alertas antecipados e planejamento urbano”, disse o secretário Rafael Simão.
No curso que está sendo realizado em Friburgo ao longo desta semana, os cerca de 40 técnicos aprendem em sala de aula a metodologia, trabalham em mapas, vão a campo e voltam à sala para corrigir o mapeamento que fizeram. 
Esse treinamento será realizado em Petrópolis em março. 
“Vamos fazer o treinamento dos demais técnicos da Defesa Civil nos mesmos moldes desse treinamento da Jica. 
Os nossos técnicos já receberam um curso sobre a metodologia japonesa e agora vão trabalhar na prática essa metodologia. Aqui, em Friburgo, está sendo muito importante estar ao lado de técnicos de vários pontos do país, com realidades diferentes, reunidos para aprender essa metodologia”, disse Ricardo Branco.
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Referências:
http://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/imprensa/noticias/item/3133-defesa-civil-participa-de-novo-treinamento-da-jica.html
http://www.petropolis.rj.gov.br/dfc/
https://www.facebook.com/defesacivilpetropolis

quinta-feira, 5 de março de 2015

Criação de Seções de Defesa Civil em Unidades do Bombeiro Militar

            

Nesta terça-feira, dia 24/02/2015, no auditório A do Quartel do Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, Reuniram-se os Comandantes de todas as Unidades Operacionais de Bombeiro do Estado do Rio de Janeiro, para tratar sobre a criação de uma seção de Defesa Civil nos quartéis de bombeiro do Estado.

A Medida Visa Aumentar a capilaridade da Defesa Civil no Estado, criando braços operacionais mais próximos às comunidades que residem nas áreas de risco para desastres naturais. 

Desta forma, diversos projetos da Defesa Civil Estadual poderão atingir maior efetividade, tanto no campo da prevenção e mitigação, quanto na preparação da população fluminense.

Através da Portaria CBMERJ N° 837 de 10 de fevereiro de 2015, todas as Unidades de Bombeiro Militar deverão Criar uma Seção de Defesa Civil, que ficará ligada à Regional de Defesa Civil de sua área. 

Um Oficial e uma Praça ficarão lotados nesta seção e responderão a demandas típicas das atividades de defesa civil.

“O Corpo de Bombeiros é Órgão Vocacionado para a Atividade de Defesa Civil. 

Com Essa Medida, nossa corporação agirá, procurando evitar diversas mortes relacionadas a desastres naturais que ocorrem todos os anos em nosso Estado.”, disse o Superintendente Operacional, Cel BM Marcelo Hess.

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Referências:
http://www.suop.defesacivil.rj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=350:secaodc&catid=50:noticias-suop
http://www.esdec.defesacivil.rj.gov.br/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=1
http://www.cbmerj.rj.gov.br/

quarta-feira, 4 de março de 2015

ESDEC Ministrará o Curso Instrumental de Avaliação de Danos

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Estão abertas as inscrições para o Curso Instrumental de Avaliação de Danos - CIAD. 

O Curso tem como finalidade melhorar, tecnicamente, a qualidade do serviço de preenchimento e avaliação do Formulário de Informações do Desastre (FIDE) bem como os processos de Decretação de SE e ECP.

O CIAD faz parte do "Programa de Gestão de Riscos de Desastres", programa e curso desenvolvidos pela EsDEC, que deverá orientar gestores e funcionários de órgãos ligados à área de Proteção e Defesa Civil a:

* Planejar, Gerenciar, Implementar e Avaliar o impacto de medidas relacionadas à reabilitação de cenários dirigidas a comunidades atingidas por desastres.

Número de Vagas: 40.
Horário: 08h00min a 17h00min
Período do Curso: 23 de março a 27 de março de 2015.
Local: Auditório da ESDEC (Rua Elpídio Boamorte, s/n, Praça da Bandeira – Rio de Janeiro/RJ).
Pré-Inscrição: 26 de fevereiro a 17 de março de 2015.

Para fazer a sua inscrição no curso, você deverá preencher integralmente o formulário de pré-inscrição e enviá-lo para o e-mail cursos_esdec@defesacivil.rj.gov.br, ou através dos telefones (21) 2334-6457 ou (21) 2334-6458.

Após a avaliação da Direção da EsDEC, os selecionados receberão através de e-mail, ou outro tipo de contato, a confirmação de sua seleção. 

Após a seleção deverão entregar à EsDEC, no prazo que será determinado, um ofício do seu órgão de trabalho com a sua indicação e liberação para realizar o curso.

Saiba mais sobre o curso.

A ESDEC NÃO POSSUI ALOJAMENTO PARA ACOMODAÇÃO DOS ALUNOS.

Fórmulário - clique aqui

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Referências:
http://www.esdec.defesacivil.rj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=103&Itemid=130

terça-feira, 3 de março de 2015

Como a Sociedade Deve Agir em Caso de Leptospirose

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Vamos conhecer um pouco mais dessa tão famosa doença! A leptospirose, também chamada de doença de Weil.

É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.
Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. 
Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. 
As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento.
O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. 
Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.
Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como :
* Obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.
Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. 
Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). 
Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.
Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. 
A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. 
A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoce é a melhor solução.
Siga as instruções:
  • Não jogue lixo nas ruas ou nos terrenos baldios; 
  • Guarde os alimentos bem protegidos.;
  • Feche bem os sacos de lixo;
  • Conserve jardins e quintais livres de entulhos e de mato alto; 
  • Mantenha tudo limpo; e
  • Uma das piores doenças transmitidas pelo rato é a leptospirose. Conheça mais, para poder evitá-la. LEPTOSPIROSE é a doença causada por bactérias que entram no corpo através da pele ou das partes internas da boca e dos olhos. Essas bactérias estão nas águas contaminadas pela urina do rato. Quando há enchente, o perigo é imediato.

Sintomas:
  • Febre alta
  • Calafrios
  • Dor de cabeça
  • Dor nos músculos, panturrilha (barriga da perna)
  • Vermelhidão nos olhos
  • Icterícia (pele amarela/alaranjada)
Fontes de infecção:
  • Água contaminada
  • Alimentos e solo contaminado
  • Urina de ratos

Locais onde pode ocorrer a doença

  • Áreas sujeitas a enchentes
  • Locais próximos a terrenos baldios e depósitos de lixo
  • Locais próximos a córregos
  • Rios, lagoas e valetas contaminadas
Como a doença é transmitida:
De um animal para o outro e deste para o homem. Dificilmente a leptospirose transmite-se de uma pessoa para outra.
Cuidados para prevenir a leptospirose:
  • Use água clorada ou fervida para beber, lavar alimentos e cultivar hortaliças;
  • Enterre ou queime o lixo. Se for para a coleta, feche bem em sacos plásticos;
  • Mantenha alimentos fora do alcance dos animais. Além do rato, cão, gato e animais silvestres podem causar a doença;
  • Se você trabalha em local de risco (esgotos, lixos, lavouras) use botas e luvas; e
  • Se tiver algum sintoma de leptospirose, ou alguma dúvida sobre o assunto, vá até a unidade de saúde mais próxima. A leptospirose tem cura. Basta ser tratada a tempo.

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Referências:
http://drauziovarella.com.br/letras/l/leptospirose/
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/leptospirose
http://www.todabiologia.com/doencas/leptospirose.htm
http://www.cives.ufrj.br/informacao/leptospirose/lep-iv.html
http://www.defesacivil.se.gov.br/modules/tinyd0/index.php?id=52

segunda-feira, 2 de março de 2015

Dicas Simples Para Soltar Pipa com Segurança

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Uma das brincadeiras prediletas das crianças e jovens é soltar pipa. Uma diversão que requer alguns cuidados para evitar que alguém se machuque. 

Com os ventos mais fortes, é comum a prática de uma brincadeira muito tradicional entre as crianças e adolescentes, que é a de empinar pipas. Porém, se certas regras não forem respeitadas, acidentes podem acontecer.

Quando a pipa está com sua linha ao natural ela apresenta perigos maiores para as crianças que estão brincando, pois exige que ao brincar, o olhar e a atenção estejam voltados para o alto, e um segundo de distração pode gerar um acidente, como:

* Cair de lugares altos (árvores, muros, casas, torres) e atravessar na frente dos carros e serem atropeladas.

A primeira recomendação é para evitar o cerol, um preparado de cola que é passado na linha para cortar outras pipas.

O uso do cerol é proibido, Lei estadual 14349/02, os responsáveis por menores que se envolverem em acidentes relacionados com o uso do cerol serão responsabilizados.

A prática de aplicar cerol à linha pode transformá-la em uma arma letal, caso corte, por exemplo, o pescoço de um motoqueiro ou ciclista. 

Também há o risco de cortes do próprio “empinador” do brinquedo se cortar e das pessoas que correm e disputam quem pegará as pipas desprendidas das linhas que caem.

Mas os perigos do uso do cerol não se limitam a cortar alguém na rua. 

O cerol também é um condutor de energia e se a linha pega na rede elétrica, a pessoa que está empinando a pipa pode morrer eletrocutada. Com o pó metálico é ainda pior.

Para brincar tranquilo, sem o perigo de ferir alguém, só com barbante de algodão. Nem os fios de nylon (de pesca) são indicados, pois corta tanto ou mais que o próprio cerol.

Para uma Maior Segurança Na Prática da Brincadeira, o Corpo de Bombeiros dá algumas dicas:

  • Não solte pipas em dias de chuva, principalmente se houver relâmpagos;
  • Evite brincar perto de antenas, fios telefônicos ou cabos elétricos. Procure locais abertos como praças e parques;
  • Não empine pipa em cima de lajes e telhados;
  • Jamais utilize linha metálica, como fio de cobre de bobinas ou cerol (mistura de cola com caco de vidro). Também não faça pipas com papel laminado. O risco de choque elétrico é grande;
  • Tente soltar pipa sem rabiola, como as arraias. Na maioria dos casos, a pipa prende no fio por causa da rabiola;
  • Se a pipa enroscar em fios, não tente tirá-la. É melhor fazer outra. Nunca use canos, vergalhões ou bambus;
  • Cuidado com ruas e lugares movimentados, principalmente quando andar para trás. Pode ter algum buraco ou pista; 
  • Atenção especial com os motociclistas e ciclistas — a linha pode ser perigosa para eles. Fique atento para que a linha não entre na frente deles. e
  • Recomendamos aos motociclistas: O Uso de “ANTENAS ANTILINHAS”.
Em caso de emergência ligue 193. Bombeiro, o amigo certo nas horas incertas!

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Referências:
http://www.sjc.sp.gov.br/noticias/noticia.aspx?noticia_id=10164
http://www.bombeiros.mg.gov.br/component/content/article/29898.html
http://pt.wikihow.com/Soltar-Pipa
http://www.defesacivil.sg.nom.br/index.php/minimizacao-2/cafifas-pipas-e-papagaios