domingo, 22 de junho de 2014

Conhecendo Alguns Conceitos de Defesa Civil - Parte 1/4

           
Sabemos que, toda Área tem suas Peculiaridades e Conceitos individuais que são usados no seu Cotidiano, e com a Defesa Civil não é diferente. Vamos apresentá-los à População, para que a mesma saiba, e conheça esses Conceitos que poderão ser ouvidos no dia a dia ou até mesmo em uma Situação de desastre, e assim se familiarizando com os mesmos, são eles:

* DEFESA CIVIL, é o Conjunto de Ações Preventivas, de Socorro, Assistenciais e Reconstrutivas destinadas a Evitar ou Minimizar os Desastres, Preservar o Moral da População e Restabelecer a Normalidade Social.

 Finalidade:

O direito natural à vida e à incolumidade foi formalmente reconhecido pela Constituição da República Federativa do Brasil. Compete à Defesa Civil a garantia desse direito, em circunstâncias de desastre.

Objetivo Geral: 

Reduzir os desastres, através da diminuição de sua ocorrência e da sua intensidade. As ações de redução de desastres abrangem os seguintes aspectos globais:

1) Prevenção de Desastres;
2) Mitigação de Desastres;
3) Preparação para Emergências e Desastres;
4) Resposta aos Desastres; e
5) Reconstrução.

 Objetivos Específicos:

1) Promover a Defesa Permanente contra Desastres Naturais ou Provocados pelo Homem;
2) Prevenir ou Minimizar Danos, Socorrer e Assistir Populações Atingidas, Reabilitar e Recuperar Áreas Deterioradas por Desastres;
3) Atuar na Iminência ou em Situações de Desastres; e
4) Promover a Articulação e a Coordenação do Sistema Nacional de
Defesa Civil (SINPDEC), em todo o território nacional.

* DESASTRE, é o Resultado de Eventos Adversos, Naturais ou Provocados pelo Homem, sobre um 
Ecossistema (vulnerável), Causando Danos Humanos, Materiais e/ou Ambientais e consequentes Prejuízos Econômicos e Sociais.

Os desastres São Quantificados, em Função dos Danos e Prejuízos, em Termos de Intensidade, enquanto que os Eventos Adversos são Quantificados em Termos de Magnitude.

A intensidade de um desastre depende da interação entre a magnitude do evento adverso e o grau de 
vulnerabilidade do sistema receptor afetado. Normalmente o fator preponderante para a intensificação de um desastre é o grau de vulnerabilidade do sistema receptor.

Os Desastres Classificam-se Quanto à Intensidade, Evolução e Origem.

 a) Classificação quanto à Intensidade. A classificação geral dos desastres quanto à intensidade pode ser estabelecida em termos absolutos ou em termos relativos. Em administração de desastres, a classificação de acordo com critérios relativos é mais precisa, útil e racional. A classificação, de acordo com critérios relativos, baseia-se na relação entre a necessidade de recursos, para o restabelecimento da situação de normalidade e a disponibilidade desses recursos na área afetada pelo desastre e nos diferentes escalões do SINPDEC.
Quanto à Intensidade, os Desastres São Classificados em Quatro Níveis:

* Nível I, Desastres de Pequena Intensidade (porte) ou Acidentes;

* Nível II, Desastres de Média Intensidade (porte); 

* Nível III, Desastres de Grande Intensidade (porte); e

* Nível IV, Desastres de Muito Grande intensidade (Porte).

Desastres de Nível I. Os desastres de pequeno porte (Intensidade) ou acidentes são caracterizados quando os danos causados são pouco importantes e os prejuízos pouco vultosos e, por estes motivos, são mais facilmente suportáveis e superáveis pelas comunidades afetadas. 

Nessas condições, a situação de normalidade é facilmente restabelecida com os recursos existentes e disponíveis na área (Município) afetada e sem necessidade de grandes mobilizações. É necessário ressaltar que: a quantificação da intensidade de um desastre seja definida em termos objetivos e a partir de uma ótica coletivista, na visão subjetiva das vítimas, qualquer desastre é muito importante;

 Desastres de Nível II. Os desastres de médio porte (Intensidade) são caracterizados quando os danos causados são de alguma importância e os prejuízos, embora não sejam vultosos, são significativos. Apesar disto, esses desastres são suportáveis e superáveis por comunidades bem informadas, preparadas, participativas e facilmente mobilizáveis.

 Nessas condições, a situação de normalidade pode ser restabelecida com os recursos existentes e disponíveis na área (Município) afetada, desde que sejam racionalmente mobilizados e judiciosamente utilizados;

Desastres de Nível III. Os desastres de grande porte (intensidade) são caracterizados quando os danos causados são importantes e os prejuízos vultosos. Apesar disso, esses desastres são suportáveis e superáveis por comunidades bem informadas, preparadas, participativas e facilmente mobilizáveis.

Nessas condições, a situação de normalidade pode ser restabelecida, desde que os recursos mobilizados na área (Município) afetada sejam reforçados com o aporte de recursos estaduais e federais já disponíveis;

Desastres de Nível IV. Os desastres de muito grande porte (intensidade) são caracterizados quando os danos causados são muito importantes e os prejuízos muito vultosos e consideráveis.

Nessas condições, esses desastres não são superáveis e suportáveis pelas comunidades, mesmo quando bem informadas, preparadas, participativas e facilmente mobilizáveis, a menos que recebam ajuda de fora da área afetada. 

Nessas condições, o restabelecimento da situação de normalidade depende da mobilização e da ação coordenada dos três níveis do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil — SINPDEC e, em alguns casos, de ajuda internacional.

b) Classificação quanto à Evolução. Quanto à evolução, os desastres são classificados em: desastres súbitos ou de evolução aguda; desastres graduais ou de evolução crônica; desastres por somação de efeitos 
parciais.

Desastres Súbitos ou de Evolução Aguda. Esses desastres caracterizam-se pela subtaneidade, pela velocidade com que o processo evolui e, normalmente, pela violência dos eventos adversos causadores dos mesmos. Podem ocorrer de forma inesperada e surpreendente ou ter características cíclicas e sazonais, sendo facilmente previsíveis. No Brasil, os desastres de natureza cíclica e caráter sazonal são os de maior prevalência;

Desastres Graduais de Evolução Crônica. Esses desastres, ao contrário dos súbitos, caracterizam-se por serem insidiosos e por evoluírem através de etapas de agravamento progressivo. No Brasil, o desastre mais importante é a seca, pois apresenta essa característica de agravamento progressivo;

Desastres por Somação de Efeitos Parciais. Esses desastres caracterizam-se pela somação de numerosos acidentes (ou ocorrências) semelhantes, cujos danos, quando somados ao término de um determinado período, definem um desastre muito importante. No Brasil, os estudos epidemiológicos demonstram que os desastres por somação de efeitos parciais são os que provocam os maiores danos anuais. Dentre os desastres por somação de efeitos parciais, destacam-se: os acidentes de trânsito; os acidentes de trabalho; os acidentes com crianças no ambiente domiciliar e peridomiciliar. Os acidentes com crianças no ambiente familiar e peridomiciliar destacam-se mundialmente por serem a segunda maior causa de morbilidade e mortalidade entre crianças com menos de 5 anos e a maior causa de morbilidade e mortalidade entre crianças com menos de 15 anos.

 c) Classificação quanto à Origem. Quanto à origem ou causa primária do agente causador, os desastres 
são classificados em: naturais; humanos ou antropogênicos; mistos. A classificação geral dos desastres quanto à origem consta do anexo "A" à Política Nacional de Proteção e Defesa Civil. A codificação dos desastres, ameaças e riscos (CODAR), consta do anexo "B" à Política Nacional de Proteção e Defesa Civil.

Desastres Naturais. São aqueles provocados por fenômenos e desequilíbrios da natureza e produzidos por fatores de origem externa que atuam independentemente da ação humana;

Desastres Humanos. São aqueles provocados por ações ou omissões humanas. Relacionam-se com o próprio homem, enquanto agente e autor. Por isso, são produzidos por fatores de origem interna. Esses desastres podem produzir situações capazes de gerar grandes danos à natureza, aos habitats humanos e ao próprio homem, enquanto espécie. Normalmente os desastres humanos são conseqüência de ações desajustadas geradoras de desequilíbrios sócioeconômicos e políticos entre os homens, e de profundas e prejudiciais alterações de seu ambiente ecológico;

Desastres Mistos. Ocorrem quando as ações ou omissões humanas contribuem para intensificar, complicar e/ou agravar desastres naturais. Caracterizam-se, também, por intercorrências de fenômenos adversos naturais que atuam sobre condições ambientais degradadas pelo homem, provocando desastres. 


Pôr hoje, é só, mas vejo vocês no Segundo Artigo, lembrando que são 4 partes. Até lá..........








Referências:
http://www.defesacivil.cursoscad.ufsc.br/avea/course/view.php?id=9
http://www.defesacivil.cursoscad.ufsc.br/avea/file.php/9/Livro_DefesaCivil_5ed_Unidade_1_Revisado.pdf
http://esdec.defesacivil.rj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=115&Itemid=91
http://esdec.defesacivil.rj.gov.br/images/documentos/2_glossario.pdf



Defesa Civil de Petrópolis Age Rápido para Devolver Segurança a Pedestres na Rua Paulo Barbosa


Defesa Civil age rápido para devolver segurança a pedestres na Rua Paulo Barbosa
A Secretaria de Proteção e Defesa Civil agiu rápido, neste feriado de  Corpus Christi (19/6), para devolver a segurança aos pedestres e comerciantes da Rua Paulo Barbosa, no Centro. No início da noite do feriado, uma placa de gesso da cobertura da calçada feita por uma loja caiu, por causa do peso da água das chuvas.
Agentes foram imediatamente ao local e interditaram com faixas o trecho da calçada. Na mesma noite, o proprietário do edifício foi comunicado de que teria que remover as outras placas de gesso, caso contrário a loja não poderia abrir no dia seguinte.
O dono acatou a orientação, e as placas foram removidas antes das 8h desta sexta-feira (20/6).
A Coordenadoria de Fiscalização, ligada à Secretaria de Fazenda, notificou desde o ano passado todos os edifícios do Centro Histórico a apresentarem laudo técnico comprovando a segurança de marquises e fachadas.
No prédio da Rua Paulo Barbosa onde houve a queda da placa de gesso, a notificação foi realizada no fim de maio, com um prazo de 30 dias. Portanto, o condomínio está dentro do prazo para apresentar o laudo.
É um compromisso do governo Rubens Bomtempo agir prontamente para garantir a segurança da população. E assim foi feito pela Defesa Civil e pela Coordenadoria de Fiscalização. É importante destacar que o proprietário colaborou com o poder público. 
Assim que foi acionado pela Defesa Civil, na noite de quinta-feira, ele se mobilizou para seguir as orientações que passamos para que as outras placas fossem removidas. É fundamental a população sempre estar atenta para o cumprimento das orientações da Defesa Civil, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.
O secretário afirmou ainda que o objetivo da Prefeitura na ação foi remover o risco e liberar rapidamente o local, já que é um espaço de muito movimento onde há um ponto de ônibus. Como as placas foram retiradas antes mesmo das 8h de sexta-feira, a loja pôde abrir normalmente.





Referências:
http://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/imprensa/noticias/item/2370-defesa-civil-age-r%C3%A1pido-para-devolver-seguran%C3%A7a-a-pedestres-na-rua-paulo-barbosa.html

Técnicos da Prefeitura de Petrópolis chegam do Japão após Curso de Prevenção de Desastres

Técnicos da Prefeitura chegam do Japão após curso de prevenção de desastres
Os dois técnicos da Prefeitura que foram ao Japão para um curso de prevenção de desastres naturais e planejamento urbano chegaram de viagem, após um mês fora. O geólogo Yuri Garin, da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, e a engenheira civil Ana Maria Zanetti, da Secretaria de Habitação, puderam aprender com a experiência japonesa sobre a redução de riscos de tragédias naturais. 
As palestras e visitas a campo foram nas cidades de Tóquio, Nagasaki e Nagano. Eles foram indicados pelo prefeito Rubens Bomtempo para dar continuidade ao trabalho de gestão do projeto iniciado por ele e pelo secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, durante o curso e as visitas que ambos fizeram ao Japão em fevereiro.
A ida dos dois técnicos ao Japão também faz parte da parceria entre o governo federal brasileiro e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) para a redução dos riscos de desastres naturais em Petrópolis, Nova Friburgo e Blumenau (SC).
O convênio, iniciado em 2013, tem duração de quatro anos e será concluído com a produção de manuais pela Jica voltados para esses três municípios.
“É fundamental para Petrópolis esse curso no Japão. Uma oportunidade de aprendermos com a larga experiência que os japoneses possuem em prevenção dos mais variados tipos de desastres naturais. E o foco do curso foi justamente em mapeamento de áreas de risco e planejamento urbano, ferramentas muito importantes para a prevenção e que precisamos cada vez mais aperfeiçoar em Petrópolis”, disse o secretário Rafael Simão.
Os técnicos assistiram a aulas diariamente. Nas duas primeiras semanas, eles aprenderam sobre a legislação japonesa e as medidas e contra-medidas adotadas pelo país, como contenções e barragens. Nas duas semanas seguintes, Yuri e Ana Maria se separaram – o geólogo ficou na parte de mapeamento de risco e Ana Maria, na de planejamento urbano.
“A forma em que eles definem áreas de risco é muito interessante. Há áreas com restrição de construção, onde há as opções de contenções ou barragens feitas pelo governo ou de sirenes com planos de evacuação da área, realizada de forma efetiva pela população. 
Também foi interessante ver como, já no ensino fundamental, as crianças possuem a noção de risco. Em Petrópolis, já temos uma estrutura montada. Agora, podemos usar essa experiência que aprendemos no Japão para treinar mais as pessoas, capacitar e informar”, disse Yuri.
Os dois técnicos da Prefeitura destacaram a importância que o mapeamento de risco tem no Japão. O documento é formulado pelo governo central japonês e recebe contribuições da população, que, por conhecer os locais onde vive, aponta detalhes e informações específicas de cada localidade. Além disso, as ferramentas de planejamento, como o Plano Diretor, são elaboradas com base no mapeamento de risco.
“Toda essa bagagem que aprendemos no curso, nós vamos aproveitar para contribuir com o Plano Diretor e os planos setoriais. As soluções para os riscos de desastres naturais no Japão vêm sendo construídas há 50, 60 anos. Não é da noite para o dia. Aqui, no Brasil, às vezes cometemos esse erro, de buscar o imediatismo”, disse Ana Maria.






Referências:
http://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/imprensa/noticias/item/2372-t%C3%A9cnicos-da-prefeitura-chegam-do-jap%C3%A3o-ap%C3%B3s-curso-de-preven%C3%A7%C3%A3o-de-desastres.html

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Corpo de Bombeiros-RJ Alerta para os Riscos de Acidentes nas Florestas e Montanhas

Com a realização do evento da Copa do Mundo 2014, vários turistas nacionais e internacionais frequentarão os pontos turísticos do Rio de Janeiro. São locais como mirantes, cachoeiras, grutas, vias de escalada em rocha, trilhas em matas, florestas e montanhas. Para evitar que os passeios se transformem em susto, os visitantes devem atentar para certos cuidados de segurança.

O GSFMA – Alto da Boa Vista (Unidade do Comando de Atividades Especializadas) responsável pelas ações de Socorro Florestal, alerta as pessoas que se aventuram em atividades de montanhismo para terem o máximo de cautela possível, evitando exposições perigosas sem equipamento de segurança. Lembrando que, para fazer caminhada em matas e florestas não é necessário ser um atleta, mas a pessoa precisa estar bem de saúde e respeitar suas limitações.


ADVERTÊNCIA QUANTO AOS RISCOS DAS ATIVIDADES:


As atividades práticas de escalada em rocha, rapel, caminhada em trilhas em matas, florestas e montanhas possuem alto potencial de risco. Praticá-las, em qualquer uma de suas modalidades, implica assumir o risco de ocorrência de acidentes. Os riscos envolvidos nas atividades, especialmente na escalada em rocha, no montanhismo e nos deslocamentos em ambiente de matas, florestas e montanhas, incluem, mas não se limitam a:

- ataques de animais, incluindo os peçonhentos, tais como: cobras, aranhas, escorpiões, insetos, abelhas e marimbondos, podendo causar alergias e outras reações;
- exposição a condições meteorológicas desfavoráveis e adversas, tais como: frio, calor extremo, tempestades, chuva, vento forte, deslizamentos, trombas d’água, raios, e às consequências diretas dessas condições, por exemplo: insolação, hipertermia, hipotermia, exaustão, desidratação, hipoglicemia, rabdomiólise, dentre outras;
- realização de atividades em terrenos escorregadios, instáveis, expostos e de grande altura;
- quedas de objetos: pedras, galhos, equipamentos, entre outros;
- falha dos equipamentos e das proteções fixas ou móveis por mau uso, má colocação, desgaste, degradação das condições do material, ou quaisquer outras razões;
- comportamentos inadequados, inapropriados, negligentes ou imprudentes, de outras pessoas ou seu próprio, que colocam em risco a segurança e a vida de todos os
participantes das atividades;
- perigos subjetivos, tais como: medo, erro de julgamento, falha na avaliação dos riscos, cansaço, entre outros;
- torções, luxações, arranhões, fraturas de ossos e lesões em geral;
- estresse físico e psicológico;
- quedas e impactos;

 Sendo assim, as atividades dependem de preparo físico, psicológico e também do conhecimento adequado das diversas técnicas; do uso de equipamentos de segurança específicos, da adequada manutenção dos mesmos, e da avaliação dos riscos acima.

Dicas para evitar acidentes em cachoeira:


- Não entrar em locais onde há avisos de perigo de morte ou em águas poluídas.- Não tomar bebida alcoólica antes de entrar na água;
- Não saltar de locais elevados para dentro da água;
- Não deixar crianças sozinhas ao redor de ribanceiras, lagos, rios e cachoeiras, instruindo-a sobre o perigo existente em entrar em águas mais profundas;
- Tomar cuidado em caminhar sobre as superfícies rochosas, pois podem estar escorregadias e a pessoa cair e/ou se cortar;
- É bom lembrar que as trombas d´água (aumento do volume de água numa velocidade muito rápida), costumam ocorrer em algumas regiões, com as fortes chuvas e em rios longos. Elas não podem ser previstas e o banhista deve ficar atento.

Dicas para evitar acidentes em Trilhas:


- Antes de iniciar uma trilha, é muito importante você saber aonde ir, como ir e com quem ir, ou seja, planejar a atividade e, de preferência, procure um profissional para guiar o seu passeio.- Procure conhecer o local através de mapas e informações de amigos e moradores da região.
- Lembre-se que, para fazer caminhada em matas e florestas não é necessário ser um atleta, mas você precisa estar bem de saúde e respeitar suas limitações.
- Faça um desenho do seu roteiro para não se perder no meio da mata.
Obtenha, com antecedência, todas as informações meteorológicas, dentre as quais: a temperatura do dia e previsão de chuva, para não ser surpreendido.
- Deixe avisado na sua casa ou na casa de amigos o local da caminhada, com quem você vai, qual o dia e hora previstos para o retorno, e o número do seu telefone celular.
- Se você for principiante, deve fazer caminhadas em trilhas com terrenos menos abruptos, sem muitas subidas e descidas íngremes.
- Não pense que por já ter feito uma determinada trilha você a conhece bem. Pode haver surpresas.
- Durante as trilhas é importante tomar cuidado para não se perder, tenha muita atenção nas bifurcações, principalmente se a mata for fechada.
- Deve-se conhecer como é o percurso, o grau de dificuldade e o tempo de duração. Dessa forma, evite iniciar uma caminhada com percurso prolongado à tarde, pois no interior da floresta escurece mais cedo do que nos cumes das montanhas e você poderá ficar no meio do trajeto na escuridão.
- É recomendável utilizar tênis confortável e caminhar em grupos de no mínimo três a cinco pessoas. Os mais lentos devem ir à frente e os outros tendem a seguir o ritmo, sem ultrapassá-los.
- Nas descidas muito íngremes é melhor descer de frente para o morro, apoiando-se em árvores ou em raízes, olhando cuidadosamente para ver onde pisa. Para evitar quedas nas subidas, preste atenção no pé que serve de apoio.
- Alguns itens a seguir, são importantes que sejam conduzidos por uma pessoa durante uma caminhada em uma trilha. São eles: um recipiente para água (no mínimo 2 litros); uma mochila pequena para levar lanches, frutas e barras de cereal; estojo de primeiros socorros; uma lanterna (com pilha extra); sacos plásticos para depositar o lixo e telefone celular.


Dicas para evitar acidentes em Montanhas:



- Respeitar a sinalização. Não entrar em locais onde há avisos de risco de acidente e ou perigo de morte, sem utilizar EPI específico de escalada.
- Planejar a rota de escalada antecipadamente;
- Manter a ética do montanhismo, evitando alterar e ou introduzir novos grampos nas vias de escalada, sem autorização , procurando cumprir as normas de manejo da UC.
- Utilizar Equipamento específico para montanhismo e devidamente certificado;
- Mantenha uma manutenção constante dos equipamentos específicos de escalada;
- Respeitar o limite da sua particularidade biológica, evitando excessos sem preparo técnico específico, aumentando a margem para acidentes.


Em caso de acidentes ligue para o Corpo de Bombeiros Militar, através do telefone 193.



Montanhistas do GSFMA em treinamento de busca, resgate e salvamento em matas


Montanhista apoiando na segurança de pessoa isolada a noite em ambiente de montanha - Pedra da Gávea


Busca de pessoa perdida Pedra Bonita


Localização e Estabilização de Acidentado em Trilha - Corcovado - Parque Laje



Montanhistas do GSFMA realizando manobra de Resgate Organizado no Morro da Babilônia


(*) Matéria produzida pelo 1 GSFMA










Referências:
http://www.cbmerj.rj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2895:corpo-de-bombeiros-alerta-para-os-riscos-de-acidentes-nas-florestas-e-montanhas&catid=43:Noticias-do-CBMERJ&Itemid=43

A Escola de Defesa Civil Realiza Curso de Agentes para Ações Psicossociais

A Escola de Defesa Civil realizou, de 09 a 11 de junho, mais uma edição do Curso de Agentes para Ações Psicossociais, o CAAP/2014, no auditório da ESDEC.

O curso teve por finalidade propiciar aos profissionais da Defesa Civil e voluntários que trabalham em abrigos temporários e em atividades de assistência humanitária noções de práticas que levam em consideração a atenção psicossocial aos afetados.

 - A Psicologia das Emergências e Desastres é um tema que vem sendo abordado com grande destaque pelas Defesas Civis em todo o planeta, pois todos são afetados psicologicamente durante uma catástrofe, tanto as vítimas diretas, seus familiares e amigos, quanto as equipes de socorro e de assistência humanitária, pois a vulnerabilidade emocional é inerente ao ser humano. 

Assim, é fundamental compartilharmos experiências na normalidade a fim de minimizar o sofrimento na resposta, durante a crise. - afirmou o Ten Cel BM Paulo Renato Vaz, diretor da ESDEC.

Participaram do CAAP/2014 representantes da Defesa Civil estadual, da Cruz Vermelha Brasileira - Filial Itaboraí, e das prefeituras de: Cabo Frio, Guapimirim, Itaguaí, Mesquita, Nova Friburgo, Petrópolis, Queimados, Rio de Janeiro e Silva Jardim.


Ten Cel Paulo Renato, diretor da ESDEC, palestrou sobre as ações da Secretaria de Estado de Defesa Civil do Rio de Janeiro para os alunos do CAAP/2014

A professora Fátima Monteiro, psicóloga da Cruz Vermelha Brasileira, falou sobre a Psicologia das Emergências e Desastres

Fernando Costa, do Mestrado em Defesa e Segurança Civil da UFF, ministrou instrução sobre Assistência Humanitária em Desastres

Os aspectos globais de Proteção e Defesa Civil foram abordados nas aulas do Cap Wellington Silva

Turma do CAAP/2014 da ESDEC


(*) Matéria produzida pela ESDEC









Referências:
http://www.cbmerj.rj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2894:escola-de-defesa-civil-realiza-curso-de-agentes-para-acoes-psicossociais&catid=43:Noticias-do-CBMERJ&Itemid=43
http://www.esdec.defesacivil.rj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=223:escola-de-defesa-civil-realiza-curso-de-agentes-para-acoes-psicossociais&catid=48:materias-publicadas

Teste de Sirenes da Defesa Civil de Petrópolis tem Novo Resultado Positivo


Teste de Sirenes da Defesa Civil tem novo resultado positivo
A Secretaria de Proteção e Defesa Civil realizou na segunda-feira (16/06) o teste mensal das sirenes – o terceiro em parceria com os agentes das Unidades de Proteção Comunitária (UPCs).
Às 10h, da sede da Defesa Civil, as 18 sirenes instaladas em Petrópolis foram acionadas remotamente, pela internet. Lotados nas comunidades, os agentes das UPCs relataram que os alertas puderam ser ouvidos nos bairros, sem falhas.
Cinco minutos depois, os próprios agentes realizaram o acionamento manual das sirenes, uma forma de se familiarizarem com os equipamentos.
Esse tipo de acionamento é o “plano B” da Defesa Civil. No teste, somente houve problema no equipamento da João Xavier. No mesmo dia, a empresa responsável pela manutenção foi comunicada pela Defesa Civil e fez os reparos necessários.
Os testes são uma forma de a Defesa Civil corrigir a tempo possíveis erros que possam acontecer no Sistema de Alerta e Alarme. As sirenes são consideradas a principal ferramenta de prevenção de desastres naturais a curto prazo que Petrópolis tem.
Quando há risco iminente de deslizamentos generalizados no bairro, as sirenes são acionadas. Neste caso, os moradores de áreas de risco devem sair imediatamente de casa e procurar locais seguros, como os pontos de apoio sinalizados pela Prefeitura ou casas de amigos ou parentes que não fiquem em áreas de risco.
As 18 sirenes estão instaladas em dez comunidades: no Quitandinha, Ferroviários, Vila Felipe, João Xavier, Sargento Boening, São Sebastião, Siméria, Independência, Dr. Thouzet e 24 de Maio.





Referências:
http://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/imprensa/noticias/item/2362-teste-de-sirenes-da-defesa-civil-tem-novo-resultado-positivo.html
http://www.petropolis.rj.gov.br/dfc/

Defesa Civil de Petrópolis Realiza Palestra em Areal Sobre sua Experiência em Prevenção

Defesa Civil realiza palesta em Areal sobre experiência de Petrópolis em prevenção
Representantes da Secretaria de Proteção e Defesa Civil estiveram em Areal, na última segunda-feira (16/6), para ministrar uma palestra para representantes do poder público local sobre a atuação de Petrópolis na prevenção de desastres naturais.
O evento foi um convite da Coordenadoria de Defesa Civil de Areal, interessada em conhecer a experiência da Defesa Civil de Petrópolis e obter mais informações sobre o Sistema de Alerta e Alarme, já que sirenes estão sendo instaladas naquele município. Em Petrópolis existem, hoje, 18 sirenes em funcionamento.
Cerca de 60 pessoas assistiram à palestra, entre membros da Defesa Civil de Areal, secretários de governo, vereadores e representantes de concessionárias de serviços públicos.
O diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves, falou sobre ações desenvolvidas em Petrópolis: o Sistema de Alerta e Alarme, o Plano de Contingência e a mudança de coordenadoria para secretaria, realizada pelo prefeito Rubens Bomtempo em abril de 2013, o que garantiu mais estrutura, mais recursos e mais funcionários para prevenção e resposta a desastres naturais.
“Eles gostaram e se interessaram pelo o que apresentamos sobre o que é Defesa Civil. Falamos sobre os conceitos básicos e mostramos como a Secretaria de Proteção e Defesa Civil funciona em Petrópolis.
O coordenador de Defesa Civil de Areal, Elber Ávila, se mostrou muito receptivo, elogiou a nossa atuação e já afirmou que solicitará uma parceria com a Defesa Civil de Petrópolis”, disse Gileno Alves.
A palestra foi na Secretaria de Desenvolvimento Social de Areal, no Centro da cidade.





Referências:
http://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/imprensa/noticias/item/2364-defesa-civil-realiza-palesta-em-areal-sobre-experi%C3%AAncia-de-petr%C3%B3polis-em-preven%C3%A7%C3%A3o.html
http://www.petropolis.rj.gov.br/dfc/