segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Como o Conhecimento Permanente de Ameaças e Riscos Pode Ajudar a COMPDEC

           

O Órgão Municipal de Proteção e Defesa Civil Deve Conhecer e Mapear Todas as Ameaças e Riscos de Seu Espaço Territorial. Isso Inclui tanto o Perímetro Urbano quanto o Rural.

O Ideal é que o Órgão Municipal Articule e Organize os Demais Órgãos Setoriais para a Elaboração desse Tipo de Estudo, garantindo sua Multidisciplinaridade, incluindo assim os Aspectos:

* Geológicos, Hidrológicos, Sociais, de Infraestrutura e outros conforme o caso.

Podemos Utilizar as Tecnologias Disponíveis, para e Mapear Seus Riscos, das mais Simples às mais Complexas, dependendo dos Recursos Humanos e Materiais existentes.

"Não  Nos Preparamos Para Aquilo Que Não Conhecemos".

Mapear e Conhecer as Ameaças e as Vulnerabilidades  é Fator Fundamental para Prevenir e se Preparar para o Enfrentamento dos Desastres, Independente do Tamanho da Cidade ou Comunidade. 

O Conhecimento dos Desastres Potenciais no espaço da Cidade proporcionará ao Órgão Municipal de Proteção e Defesa Civil, a Possibilidade de se Preparar para o Enfrentamento, ou seja, para a Resposta que o Evento Exigir. Para isso, é Fundamental a Elaboração de Planos de Contingência para Cada Tipo de Ameaça Instalada na Cidade.

Plano de Contingência é a Formalização de Uma Estratégia de Enfrentamento dos Desastres. Nesse Plano é Possível Descrever:

* As Características dos Eventos a Serem Enfrentados, os Locais Possíveis de Acontecimento, o Número Provável de Afetados e as Ações de Prevenção e  Resposta , que o Poder Público Estabelece para Enfrentá-los.

Nesse Planejamento Todos os Recursos da Prefeitura Devem ser Catalogados, Cada Setor ou Órgão Setorial, com sua Vocação, deve ser listado e Ter Missões Específicas de Atuação.

Todas as Disponibilidades Logísticas e de Recursos Humanos Devem estar Catalogados Com os Líderes Estabelecidos e os Contatos Registrados.

As Medidas de Prevenção e de Preparação bem Descritas devem Proporcionar o Estabelecimento de Formas de Monitoramento, Alertas e Alarmes para que tanto a Comunidade quanto as Instituições Públicas Possam adotar Medidas Mitigadoras para os Problemas Previstos.

Para tanto, Mecanismos de Comunicação Horizontal  e Vertical entre os Entes Públicos Municipais, de forma Transversalizada  com os demais Órgãos do Sistema Nacional, Precisam Estar Bem Definidos na Forma e na Personificação dos Contatos Preestabelecidos.

Um Plano de Contingência Bem Elaborado, Baseado nas Realidades Locais, Construído a partir da Colaboração dos Atores Públicos e da Comunidade Destinatária, torna-se um Poderoso Instrumento para Evitar Improvisos e Desperdício de Recursos, e principalmente de Tempo.

Quando Esse Planejamento é Feito a partir de Seus Atores, Todos se Sentem Responsáveis pela sua Execução, as Estratégias Estabelecidas Refletem a Realidade Possível e o Ensaio Simulado de Sua Aplicação.

A Prevenção é a Permanente Preocupação de Todo Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. Em Todos os Momentos, na Preparação, durante a Resposta, e principalmente na Recuperação. A Questão da Prevenção Deve Nortear o Planejamento e o Desenvolvimento das Ações em Andamento.

Pensar em Prevenção é Refletir Sobre a Economia Global, visto que Quando há Prevenção de Qualquer Tipo de Sinistro, Não Poupamos apenas Recursos Orçamentários ou Financeiros, mas principalmente Poupamos a Sociedade de:

* Sofrimento, Desgastes Psicológicos, tanto dos Afetados quanto dos que estão Gerindo ou Atuando, enfim, Energias que Podem Ser Canalizadas para Ações bem Mais Proativas também são Poupadas. Todo Órgão Municipal de Proteção e Defesa Civil Deve Pensar Preventivamente Sempre.

Enquanto as Intervenções Estruturais Não são possíveis, a Educação para Percepção e a Convivência com o Risco são Fundamentais. 

Por meio de Encontros Comunitários, Utilizando os  Diversos Segmentos Organizados no espaço social, Podemos Criar Uma Cultura Preventiva para Adoção de Comportamentos Desejáveis para Evitar Danos Humanos e Materiais e Diminuir os Prejuízos Econômicos e Sociais.

As Escolas também são Fundamentais, pois além da oportunidade de Sensibilizar as Crianças desde os primeiros anos de vida, elas também possuem espaços convidativos para Ações Práticas e Agradáveis de Mobilização. 

A Aproximação com a Secretaria Municipal de Educação Possibilita Implementar Projetos de Capacitação Comunitária e obter, assim, os Incontestáveis Resultados da Educação Continuada.

Nesse sentido, lembramos que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.934/1996) prevê que os Currículos do Ensino Fundamental e Médio Devem Incluir os Princípios da Proteção e Defesa Civil de Forma Integrada aos Conteúdos Obrigatórios. Nesse contexto, a Defesa Civil Municipal Pode Apoiar e Orientar a Secretaria Municipal de Educação nessa Inclusão.

Programas Como o Agente de Defesa Civil Mirim, Grupos de Teatro e Outras Atividades Lúdicas Têm Demonstrado Grande Alcance para Mudança Cultural de Comunidades Inteiras, em que a Aproximação pela Educação Tem Proporcionado Avanços no Comportamento Preventivo e Reativo dos Moradores de Áreas de Risco. 


Por hoje é só, mas Fiquem a Vontade para Curtir, Compartilhar, Twittar, Fazer Comentários ou Dar Sugestões. Vejo Vocês em Breve. Até........













Referências:
http://www.mi.gov.br/web/guest/defesacivil
http://www.defesacivil.cursoscad.ufsc.br/avea/file.php/9/Livro_DefesaCivil_5ed_Unidade_5_Revisado.pdf
http://www.cbmerj.rj.gov.br/
http://www.suop.defesacivil.rj.gov.br/
http://www.dgdec.defesacivil.rj.gov.br/
http://www.esdec.defesacivil.rj.gov.br/
http://www.rio.rj.gov.br/web/defesacivil
http://cemadenrj.defesacivil.rj.gov.br/
http://www.petropolis.rj.gov.br/dfc/